domingo, 20 de agosto de 2017

O NOVO MUNDO IBEROAMERICANO, NASCIDO COM O TRATADO DAS TORDESILHAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
                                        Ministro dos Transportes de Portugal,  Eng.º Viana Baptista                                                           inauguração do Certame Luso-Brasileiro, LUBRAPEX 80.
Foto de Daniel Cordeiro Costa. Foto de Daniel Cordeiro Costa.
À esquerda, o Presidente da República Portuguesa, visita a LUBRAPEX 80. 
A direita, o Eng.º Adwaldo Cardoso de Barros, presidente dos Correios do Brasil, observa a exposição. 

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


O NOVO MUNDO IBEROAMERICANO, NASCIDO COM O TRATADO DAS TORDESILHAS

Chegados ao século XX, sobretudo, havia manifestações culturais, mais em Espanha, na Península Ibérica, designadas IBEROAMERICANA.
Miguel Foz participou numa dessas, em 1977,na cidade de Bilbau, a norte de daquele País.
As bandeiras, do Brasil, Espanha e Portugal, içadas e a dardejar na fachada do edifío do "El Corte Inglês", onde teve lugar essa IBEROAMERICANA, apelavam ao conceito de irmandade de povos.
Isto é… Continuava o apelo a que naquele, sempre Novo Mundo, progredisse, o PAIS DO FUTURO; o mais extenso, o Brasil, o maior País daquele espaço, que se convencionou chamar de IBEROMERICANO.
De qualquer modo, foi o povo irmão que tomou a iniciativa de em 1964 criar o maior evento cultural que, alternadamente, se realiza em Portugal e Brasil, com a designação genérica de LUBRAPEX.
Que em Lisboa, LUBRAPEX 1980, além de contar com a Presidência do então, ministro dos Transportes de Portugal, Engº. Viana Baptista, na inauguração, entre, outras entidades, como o Presidente dos Correios do Brasil, Coronel Adwaldo Cardoso Botto de Barros, assim como como o Presidente dos Correios de Portugal, Dr. Norberto Pilar.
Sua Excelência, o Presidente da República Portuguesa, General Ramalho Eanes veio, a honrar também o certame, com a sua visita.
Se tivermos em vista, a cultura ser a alma dum povo, sempre que, politicamente há alguém a cometer danos lesivos desse povo, por meio de corrupção ou outros, deve responder por isso, perante autoridade representativa da comunidade.
Como se vê, o povo do Brasil, sabe responder presente, a tratar do seu engrandecimento, é assim ele a apelar a que os poderes instituídos, ou a instituir, sigam os exemplos de gradeza, que os seus concidadãos apontam.

Como escreveu o jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho:
- “Nos séculos mais recentes os grandes pensadores da política, de filosofia e sociedade democrática parecem estar de acordo num ponto. Um Estado que não protege os seus, que não garante a segurança aos cidadãos, assina a sua própria sentença: deixa de fazer sentido, deixa de nos parecer essencial. Dito de outra forma: para que serve afinal?”

Cerca de duzentos anos após a chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, não se sabe ao certo, quantos milhares de portugueses embarcaram em Lisboa, a caminho do Brasil, no dia 27 de Novembro de 1807, acompanhando a Rainha Dona Maria I e o príncipe regente D. João numa vagem, verdadeiramente pioneira do continente europeu para o americano.
A decisão de transferir a corte para o Brasil, após conversações secretas, fora tomada a 22 de Outubro.
Pouco depois, a 27, em Fontainebleau (França), franceses e espanhóis, decidiram a partilha de Portugal.
Como é evidente isso constituiu motivo para a coroa portuguesa mais se unir, á sua grande colónia do Brasil, onde na sua capital, a cidade do Rio de Janeiro, foi estabelecer a sede da sua governação.
Bem vistos todos os incidentes, de ordem bélica que a revolução francesa de Napoleão Bonaparte, estava a provocar no mundo, Portugal defendia-se, passando a corte para lá do continente europeu, onde teve hegemonia, do sul da Península Ibérica.
Miguel Foz, medita no assunto, partindo dum ponto de vista sociológico.
Sendo assim, pode pensar-se que a independência do Brasil, teve neste facto a sua causa próxima.
A corte portuguesa esteve sediada no Rio de Janeiro 13 anos, de 1808 a 1821.
Sabe-se que, de repente, esta cidade teve de suportar mais cerca de 15.000 portugueses, da comitiva real, o que logo criou novos problemas de habitação, em primeiro lugar, depois de outros recursos, como os de alimentação.
Para prover tudo o que à governação dizia respeito foi necessário, criar toda uma nova estrutura governamental, o que de imediato teve execução.
Ao mesmo tempo colocando nessa estrutura, todo o potencial humano que acompanhava o séquito da corte.
Em resultado o Rio de Janeiro, progrediu muito.
É natural que neste séquito, já funcionasse muito a velha “cunha”, à portuguesa, o mesmo que dizer; a corrupção, a troca de favores,
A partir dos quais se tivesse desenvolvido corrupção, tal como actualmente é conhecida no Brasil.
Em Portugal, em certos meios, diz-se que a corrupção do Brasil faz parte também da herança colonial portuguesa.
Seja como for, o processo da descolonização, não conheceu a rotura, que se impunha, apenas uma sucessão governativa.

Daniel Costa



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor e o pianista do restaurante Sol e Brasa (João Pessoa - 2016)

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor, no lançamento do livro NUA da cançonetista Renata Arruda (2016 . João Pessoa)

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Continuando sempre o Brasil o grande País do futuro - questiona-se: porque, já passados dois séculos, esse futuro continua adiado?
Miguel Foz é levado a crer que focos de políticos corruptos se vão coordenando em organização contínua, com vista, ao estatismo da corrupção.
Fazem que andam, mas apenas lhes interessa produzir riqueza para poucos, ficando todo um povo a viver a ditadura do limiar da pobreza.
No entanto o monumental processo do denominado LAVA JACTO, de incontornável corrupção política, reúne todas as condições de ruptura do actual sistema.
Como pode um país progredir onde a maioria da governação, bem vistas as coisas, será corrupta?
Tudo leva a crer, que o LAVA JACTO, acordará o povo a tomar nas mãos, os destinos desse futuro que lhe está reservado:
- O de poder dispor de uma economia competitiva a nível mundial.
Só através de uma economia, sempre emergente, o Brasil pode deixar de fazer parte, do grupo, dos países terceiro-mundistas,
Claro que este PAÍS DO FUTURO, levará várias gerações a construir, o que, não só, exige uma sociedade capaz de criar génios vocacionados para a política, como estes sejam altruístas, para o país e para a sociedade.
Há a tomar a devida nota:
- “Para quem é bom nunca é tarde”.
Depois a história, julgará os seus construtores, para os séculos vindouros, além de que a sua luta será compensada pela própria sociedade, não contando com a própria felicidade do dever bem cumprido.

Amanhecer buscando sonhos

Sem angústia tão eminente
Somos cria sobrevivente
Somos frutos de um só Brasil

Pátria ninho que nos abriga

Erga seu filho ó mãe gentil
Na injustiça que nos derrota
Triste momento de ser Brasil

Futuro incerto sem garantia

Esperança trevo verde ilusão
A pátria é berço que nos abriga
Bendito fruto de uma nação.

Lelinha
(Valéria Lelinha Guimarães)
(poetisa do Rio de Janeiro)

Sendo a cultura a alma dum povo, políticos brasileiros, olhai bem o poema atrás que, a autora passou numa rede social, numa das redes sociais, que já a ninguém podem passar indiferentes.
Aos políticos, por maioria de razão, porque encontram nelas os tribunais da verdadeira da opinião pública, sob a jurisdição do povo.
E como é  hábitual dizer-se:
- O povo é soberano!...
De qualquer modo um dos primeiros passos, após tentar, serem desfeitos os vergonhosos “NÓS” da corrupção, é activar mais a cultura.
Abrindo a via para o BRASIL – PAÍS DO FUTURO…
Havendo uma cultura de qualidade no Brasil, contudo, carece de estar de, em quantidade, mais de acordo com a sua 5ª. demografia do planeta.
O censo brasileiro de 2010 deu 190.755.799.

Daniel Costa


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ANALISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES BRASILEIRAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.




ANÁLISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES

Já se vê que,  Miguel Foz, se acreditasse em destinos, intuiria já estar pré-determinado ter nascido brasileiro, mas não, a dedicação ao País do Cruzeiro do Sul é apenas factual.
Sendo assim, com certo conhecimento de causas e efeito, propõe-se analisar esse grande futuro que sempre foi destinado ao Brasil, e que a sua colonização e consequente descolonização, continuam a fazer pressupor.
É que o extenso País, onde brilha a estrela do Sul, cujas fronteira, determinaram uma dimensão territorial alargada, pressupondo um extenso mercado económico, ainda inexplorado.
Nesta era, da globalização, isso é fulcral e deixa antever um grande drama de uma sociedade a parecer incapaz de se superar, produzindo no seu meu meio, elementos capazes de bem governar, rumo a esse futuro.
A grande República Federativa do Brasil, é composta por 27 Unidades Federativas, mais propriamente o Estado Federal e mais 26 Unidades Federativas, em extensão é nada mais, nada menos, que o quinto país do mundo, numa área de 8.515. 767.049 km. logo atrás da Rússia, China, Estados Unidos e Canadá.
Por aqui se se vê, que é o terceiro maior do seu continente, a seguir aos Estados Unidos da América.
E como escreveu alguém, brasileiro, que residiu em Portugal alguns anos:

- Acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro devia inspirar-se.
Se Portugal vive do passado, eu tenho a certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.
O mundo devia ter o balanço entre a rigidez e o afecto que tem os portugueses.
De nada adiantam a simpatia dos brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade que determinados assuntos exigem.
O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as Donald Tramp, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político.
Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal.
Os portugueses – de direita ou de esquerda – não riem desses tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.
Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos.

Eis uma síntese antropológica e sociológica, dos descobrimentos e posterior colonização que os portuguesas, levaram a efeito ao comandaram e traçarem as fronteiras do Brasil.
Porém, essas elites, não se limitaram a tratar das fronteiras, elas já eram acompanhadas de elementos, nomeadamente o clero, para que a aculturação fosse um facto saliente.
Ora, o seguinte enunciado: um Estado consiste num País, numa extensão de terreno, um povo, uma religião e uma cultura.
Com a independência, em 07/09/1822, com o famoso grito do Ipiranga, junto do riacho do mesmo nome, dado por D. Pedro, filho do rei de Portugal.
O mesmo que viria a ser o primeiro Imperador do Brasil, como D. Pedro I.
Estavam criadas condições para as elites do novo País, que Portugal deixava, pela descolonização o engradecerem com estruturas de melhor alcance económico.
Seria daí que adiria o bem-estar de todo o povo e não só, o de alguns, como tem acontecido, a longo de cerca de dois séculos.
Então, onde está o Brasil, País do Futuro?
- Grande futuro, para o Brasil, nunca deixou de existir, e mesmo na era da Globalização ele mais se acentua.
Senão vejamos:
- O povo de todo o mundo, não vivem da produção de serviços, mas da criação de produtos que, só da terra e do mar se podem extrair.
Como pode ser visível, nesse aspecto, o solo e o subsolo do extenso Brasil, convidam a uma exploração em moldes de modernidade.
Ao longo destes últimos dois séculos, da sociedade do Brasil, não terão surgido génios políticos, ou estes terão sido ofuscados por elites, pouco menos que medíocres a sentirem-se bem entre a mediocridade de corruptos.

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


Assim pensa Miguel Foz, Brasileirão convicto, que abordará o tema: BRASIL - PAÍS DO FUTURO, sob o ponto de vista da antropologia e da sociologia.

Daniel Costa