domingo, 21 de janeiro de 2018

PERÍODO DE 1995 - 2018, QUATRO PRESIDENTES





Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.

PERÍODO DE 1995 – 2018, QUATRO PRESIDENTES

Inicialmente, Fernando Henrique Cardoso apoiou o governo do Presidente Collor de Mello.
No entanto, durante o processo de “Impeachement” de Collor, em 1992, foi favorável ao seu afastamento.
Após o seu afastamento, em Outubro de 1992, o vice-presidente Itamar Franco assumiu a Presidência da República, nomeando Fernando Henrique Cardoso para o Ministério das Relações Exteriores.
Em Maio de 1993, nomeou-o para o Ministério da Fazenda, o cargo de maior visibilidade do governo.
Devido a uma enorme inflação, que chegou a 2400%, o Presidente convocaria uma equipa de experientes economistas para inverter a situação.
Os efeitos foram imediatos.
Foi neste clima, de recuperação económica, que Fernando Henrique Cardoso se tornou um forte candidato à Presidência.
Em Março de 1994, deixa o cargo de Ministro da Fazenda para concorrer às eleições presidenciais desse ano.
Eleito, foi empossado Presidente em 1 de Janeiro de 1995.
Prosseguiu com as reformas económicas já iniciadas e as taxas de inflação continuaram baixas.
Houve a privatização de diversas empresas, abertura que deu maior visibilidade no mercado externo. Consequentemente o governo conseguiu a aprovação de leis na área económica e administrativa.
Em 1998, de novo, a eleição presidencial, na primeira volta, tornou-- se o primeiro presidente a ser reeleito.
Durante o segundo mandato, a crise do denominado apagão, que afectou o fornecimento de electricidade no Brasil e sobretudo, por crises internacionais, levaram a que tivesse uma queda de popularidade.

Seguiu-se o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamado Lula, por simplificação.
Na verdade do seu assento de nascimento, em 27 de Outubro de 1945, apenas figura Luiz Inácio da Silva.
É conhecido por Lula, forma de Luíz. Posteriormente o apelido foi oficialmente adicionado ao nome legal para o poder apresentar eleitoralmente.
Em 1968, durante a ditadura militar, filiou-se no sindicato dos metalúrgicos, de São Bernardo do Campo, a partir do qual foi coo - fundador e Presidente de Honra do PT - Partido dos Trabalhadores.
Em virtude de liderar as greves dos metalúrgicos, anos 70 e 80, esteve preso e processado com base na Lei de Segurança Nacional.
Ganhou projecção, por liderar, em 1977, a reivindicação a reposição dos salários ao índice da inflação desde 1973.
Eleito deputado Federal, em 1986, por São Paulo, tendo participado na Constituição Federal de 1988.
Em 1989, desde o golpe militar de 1969 ocorreu a primeira eleição, para Presidente da República.
Luiz Inácio Lula da Silva, candidatou-se, tendo perdido para Fernando Collor de Mello.
Voltou a candidatar-se em 1994, tendo sido perdido para Fernando Henrique Cardoso.
Foi de novo derrotado, em 1998, por Henrique Cardoso.
Finalmente, a 27 de Outubro de 2002, Luiz Inácio Lula da Silva, foi eleito Presidente do Brasil.
A 29 de Outubro de 2006, foi reeleito.

Dilma Rousseff, filha se advogado búlgaro Pedro Rousseff, filiado no partido comunista da Bulgária, naturalizado brasileiro, e da professora Dilma Jane Coimbra Silva.
Aderiu à militância política em 1964. Tendo no mesmo ano, ingressado na política Operária (POLOP), uma organização fundada em 1961, oriunda do Partido Socialista Brasileiro.
Entretanto, os seus militantes dividiram-se em relação aos métodos a ser usados para a implantação do socialismo. Dilma ficou no grupo dos que defendiam a luta armada.
Em 16 de Janeiro de 1970, Dilma foi capturada e levada sob prisão, onde foi torturada.
Depois veio a passar por cargos governativos.
Até que, em 2010 se candidata ao mais alto cargo da Nação, o de Presidente da República Federativa do Brasil.
Sendo eleita Presidente da República Federativa do Brasil e a primeira mulher a ascender a esse alto cargo.
Em 26 de Outubro de 2014 foi reeleita.
Afastada em 12 de Maio de 2016, por processo de “empeachament”.

Michel EliasTemer Lulia, nascido a 23 de Setembro de 1940, filho de imigrantes libaneses, que chegaram na década de 1920 do século XX.
Doutorado em Direito Publico., leccionou na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Depois de fazer parte de governos do Estado Federal de São Paulo e de ter sido eleito Vice – Presidente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB.
Em 1955, foi eleito para liderar o PMDB, na Câmara dos deputados. Contando com o apoio do Presidente Fernando Henrique Cardoso foi eleito, na função por duas vezes.
No segundo mandato de Lula da Silva, conseguiu tornar o PMDB, parte da base do governo, o que primeiro mandato do “petista” (do PT).
Ascendeu à presidência do Brasil, a partir da Vice - Presidência, no consulado de Dilma Rousseff. Por “impecheament” desta, o mesmo quer dizer, sem escrutínio público directo.

Depois do Presidente, Fernando Henrique Cardoso, cientista, com formação em sociologia na Europa, ter criado medidas estruturais na governação do Brasil.
As mesmas não tiveram sequência nos governos seguintes, ou seja: nos governos dos três Presidentes aqui focados.
Assim, o grande futuro do Brasil, o quinto maior pais do mundo e o terceiro maior das Américas, ficou ainda adiado.
Adianta-se um porquê: decerto porque as governações seguintes, de Fernando Henrique Cardoso, tiveram Presidentes mais, de certo temperamento político, do que de clarividência sociológica.
Vejamos que, dois deles são de matriz revolucionária, sendo que um bom e proeminente revolucionário, raramente, ou nunca, se transforma num bom governante, de um País que comporta toda as classes de povo.
E é dessa clarividência que a sociedade do grande Pais Federal, que é o Brasil, precisa produzir.
Dos três últimos governos, ainda se pode destacar, a Bolsa de Família e a Fome Zero do primeiro governo de Lula da Silva e também ter passado a imagem de economia emergente.
Sabendo-se que as medidas estruturais, se fazem sentir a longo prazo, pode inferir-se que, a economia emergente vem do governo das medidas estruturais da governação de Henrique Cardoso.
Depois disto, só corrupção, mais acentuada dos governos de Dilma Rosseff, embora desta nada conste, no entanto no seu governo, foram a julgamento vários membros, por corrupção.
A par de do ex-presidente Lula da Silva, que ela tentou proteger, nomeando-o ministro, o que era aceite. Possivelmente foi o argumento final para o “empeachament”.
Michel Temer, naturalmente, por ascender à Presidência, dada a natureza de tempo limitado, não influirá positivamente na governação.

Daniel Costa






quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

INFORMAÇÃO SENHORA DO MAR

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.


INFORMAÇÃO SENHORA DO MAR E DESEJOS DE BOAS FESTAS

O INÉDITO SEMPRE SERÁ NOTICIA
Milhares de escritores, em Portugal, editam livros, mas de poesia histórica, só fica a haver o livro: SENHORA DO MAR, de Daniel Costa, jornaleiro (de jorna), jornalista, escritor…
Preço capa: Portugal. 11.00 €uros
                           Brasil: 44 Reais
SENHORA DO MAR, a obra estará sempre disponível em qualquer livraria, quer no comércio tradicional, quer nas grandes cadeias como, Bertrand, Fnac, Wook, etc. A mesma está a ser distribuída no Brasil.
Pedidos também: dan.costa@zonmail.pt


Editora - CHIADO

Daniel Costa

domingo, 26 de novembro de 2017

O INÉDITO SEMPRE SERÁ NOTÍCIA

Será curioso, mas como criador, editor e director da FRANQUIA - Revista filatélica Portuguesa, sempre noticiava o que, do Brasil chegava ao meu conhecimento. Destaque para todas as emissões de selos postais. Nos anos Setenta, do século passado, a FRANQUIA e eu seu director, todas as semanas, numa promoção em CINCO MINUTOS COM A FILATELIA, do programa PULO DO GATO da Rádio BANDEIRANTES DE, de São Paulo, éramos citados.
SERIA PORMONITÓRIO?

Foto de Literartura.

O INÉDITO SEMPRE SERÁ NOTICIA

Milhares de escritores, em Portugal, editam livros, mas de poesia histórica, só fica a haver o livro: SENHORA DO MAR, de Daniel Costa, jornaleiro (de jorna), jornalista, escritor…
Preço capa: Portugal. 11.00 €uros
                           Brasil 44 Reais
Pedidos: box do facebook, dan.costa@zonmail.pt, ou 135 932795115.
Peça, aguarde receber o livro, abra e logo a seguir à capa encontrará nota de como pagar.
 O livro SENHORA DO MAR, será distribuído no Brasil, por Editora Chiado de São Paulo.







terça-feira, 12 de setembro de 2017

AGRICULTURA, OU AGRONEGÓCIO , VOCAÇÃO DO BRASIL

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

AGRICULTURA, OU AGRONEGÓCIO, VOCAÇÃO DO BRASIL

No princípio toda a economia do espaço, que se havia de alargar, aodar–se início à colonização do Brasil, foi baseada no que hoje podemos de chamar de agronegócio.
Sabendo-se que, este representa hoje, 23% do PIB – Produto Interno Bruto do Brasil, segundo o IBGE - Instituto do Brasil de Geografia e Estatística, tudo faz encaminhar os destinos económicos nesse sentido.
Convém realçar que Miguel Foz tem também morada temporária, na cidade de João Pessoa, Cabo Branco, Paraíba, junto ao sítio em que, carinhosamente, os poderes instituídos, estabeleceram a chamada Jampa, orgulho dos extremamente barristas, habitantes da cidade.
É ali o seu posto de observação e estudo do País, que se habituou a amar.
Partindo do princípio do crescimento desta produção, no grande Brasil, que este está entre os países de maior suporte económico do, mundo, advindo do Agronegócio.
A área plantada cresceu cerca de 53%.
Pergunta-se então, como se explica, como em João Pessoa, além de se ter de recorrer, na generalidade, parasse de prover à alimentação das de todas as pessoas (só aqueles a que poderia chamar de indigentes), aquilo se convencionou chamar de RESTARANTE POPULAR, onde por menos de um Real, é o preço a pagar por um almoço completo.
Que só haja restaurantes tipo Buffet?
Citam-se restaurantes, como SAL E Brasa ou MARÉ ALTA, no Bessa e Manaíra, respectivamente, de grande reputação.
Sabe-se que, na maioria dos casos, produtos há de reprodução perene:
- Agora a pergunta fica no ar, posto isto,  onde está a qualidade de vida a que qualquer cidadão tem direito?
Para onde os governantes canalizam os milhões da economia?
- Para o saco da corrupção?
Fica o exemplo de apenas uma Unidade Federativa, mas que dizer das restantes?
Veja-se outro exemplo da má gestão de governação, Rio de Janeiro – RJ, cujo descalabro é enorme, neste ano de 2017, onde nem os policiais, menos outras corporações de funcionários públicos, recebem os seus vencimentos no fim de cada mês.
Que credibilidade se pode ter nos políticos eleitos?
- Zero!...
- Como dizia, na sua comicidade, Jô Soares numa rábula, in programa televisivo “Planeta dos Homens”, da TV Globo, no fim do passado século XX.
Quer dizer; os mesmos desiludiram, os eleitores, que com o seu voto, esperavam deles a contrapartida de boa governação.
Como se explica que já em pleno século XXI, grande parte dos assalariados, tenham o seu vínculo apenas diário?
Que governo é este que nem ao menos tem Ministério do Trabalho, curador de leis adequadas, para que este se movimente numa base tendente ao moderno progresso, de um dos maiores países do mundo, com o é o Brasil?
Quer dizer o Brasil é grande, mas está a ser governado por mentes de pigmeus, que apenas mostram querer saber uma empírica ciência de corrupção!...
Ora é o trabalho o grande motor do progresso, modernamente, estudado por Karl Max, por Emile Durkaim ou Max Weber.
Três sociólógos cientistas europeus, que deixaram ao mundo, estudos sobre as leis do trabalho, da organização social, que já não podem, nem devem ser ignorados por qualquer “staff” governativo, sobretudo no mundo ocidental.
Devemos crer que também partirá de uma forte emigração, no Brasil há uma forte corrente migratória que se tornou contínua, uma diáspora brasileira, mais um fertilizante a fazer germinar o Brasil – País do Futuro.
Depois, que fique sempre a lembrança que o Brasil de hoje tem muito do sangue de nobreza do sueste da Ibéria, por isso, Portugal e Brasil se dizem PAÍSES IRMÂOS.

Daniel Costa


sábado, 2 de setembro de 2017

SOLIDARIEDADE - A GAZUA DO FUTURO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

SOLIDARIEDADE - A GAZUA DO FUTURO

Qualquer governo terá sucesso, se as medidas a implementar tiverem em vista a solidariedade com todo o povo.
Como o povo, ao contrário de que se possa pensar, em votação seguinte, privilegia sempre a governação do grupo, que mostra querer encaminhar o País, o Estado, em trilhos de elevação económica.
Afinal, é a economia a estrada que conduz ao progresso de qualquer Nação.
Cabe ao núcleo governativo estabelecer leis gerais. Desde que essas beneficiem a sociedade, esta saberá agir na sua própria elevação.
É dessa elevação: de elevação em elevação que a grandeza do futuro, um futuro mais brilhante se alcançará.
O actual estado de tudo, e em toda a parte do Brasil, é um verdadeiro caos de degradação: quer na saúde, nas finanças públicas e concomitantemente, toda a área financeira, na lei, na economia, tudo fruto de uma corrupção, pode dizer-se generalizada, que atingiu um nível elevadíssimo, a fazer fé em muitas fontes.
Pelo menos, há muitos ex- e governantes em processos de julgamento, ou sob o atento olhar da justiça a quererem manter o poder.
Acontece até com políticos ex–governantes a quererem candidatar-se a altos cargos da governação.
É o povo votante, que tem de esperar que dele mesmo, saiam génios, ou algum génio, para encetar um governo novo, sem qualquer interveniente de governos anteriores, que tão má conta deram e ainda estão a dar dos altos cargos que desempenham, perante tantas riquezas que de que dispõem, para extrair e distribuir.
Gente nova, que comece por apresentar, modernidade nas próprias salas de trabalho, dos seus próprios partidos, ou grupos.
Depois o “negócio” corrução envolve números, cujos mapas, ainda que, de certo modo aleatório, estarrecem qualquer observador.
Ainda que na 5ª. Maior extensão territorial do mundo, o capital que tem servido os da alta corrupção seria o suficiente, para um investimento condigno daquele grande Pais Sul-Americano capaz de, economicamente, o conduzir a ombrear com os Estados-Unidos da América do Norte.
Diz bem Miguel Foz; “capaz de, economicamente, depois de várias gerações, poder vir a ombrear com os EUA”. Isto, que fique claro, não é utopia.
De qualquer modo a utopia, hoje só existirá até que algum sonhador tenha a coragem de encetar, um modo para a sua realização.
As várias dezenas de sociólogos brasileiros, que prestem um grande serviço ao seu povo; abraçando o assunto, abrindo caminho a que, algum ou alguns génios da política, afim-de constituir-se um grupo que aposte na inovação, enquanto se solidariza com o seu povo, no sentido de formar um apoio global, para uma governação eficaz.
Que se ponham os meios de produção ao serviço do povo, e não a serviços inconfessáveis, só de alguns, parasitas, do desenvolvimento da sociedade.

Tenhamos a certeza, a corrupção jamais servirá a política, esta sim, por uma corja destes, pode ser posta ao seu serviço.
O desenvolvimento social, cultural e económico, só pode avançar para níveis razoáveis, se todo um povo for beneficiado. Só uma maior destreza mental pode distinguir alguém, não a falta de dignidade, a qualquer preço.

De uma sondagem publicada em Agosto de 2017:

- “Quase todos os brasileiros (94%) admitem que não se sentem representados pela classe política, numa altura em que falta pouco mais de um ano para a realização de eleições presidenciais e para o Congresso”

Em redes sociais, há já, em andamento um movimento, chamado
RESISTÊNCIA BRASIL, que vem usando o “slong” seguinte:

- “AJUDE NA LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO! VAMOS LUTAR PARA QUE TODOS POLÍTICOS E PESSOAS ENVOLVIDAS COM CORRUÇÃO SEJAM AFASTADAS E PUNIDAS”.

Daniel Costa






domingo, 20 de agosto de 2017

O NOVO MUNDO IBEROAMERICANO, NASCIDO COM O TRATADO DAS TORDESILHAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
                                        Ministro dos Transportes de Portugal,  Eng.º Viana Baptista                                                           inauguração do Certame Luso-Brasileiro, LUBRAPEX 80.
Foto de Daniel Cordeiro Costa. Foto de Daniel Cordeiro Costa.
À esquerda, o Presidente da República Portuguesa, visita a LUBRAPEX 80. 
A direita, o Eng.º Adwaldo Cardoso de Barros, presidente dos Correios do Brasil, observa a exposição. 

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


O NOVO MUNDO IBEROAMERICANO, NASCIDO COM O TRATADO DAS TORDESILHAS

Chegados ao século XX, sobretudo, havia manifestações culturais, mais em Espanha, na Península Ibérica, designadas IBEROAMERICANA.
Miguel Foz participou numa dessas, em 1977,na cidade de Bilbau, a norte de daquele País.
As bandeiras, do Brasil, Espanha e Portugal, içadas e a dardejar na fachada do edifío do "El Corte Inglês", onde teve lugar essa IBEROAMERICANA, apelavam ao conceito de irmandade de povos.
Isto é… Continuava o apelo a que naquele, sempre Novo Mundo, progredisse, o PAIS DO FUTURO; o mais extenso, o Brasil, o maior País daquele espaço, que se convencionou chamar de IBEROMERICANO.
De qualquer modo, foi o povo irmão que tomou a iniciativa de em 1964 criar o maior evento cultural que, alternadamente, se realiza em Portugal e Brasil, com a designação genérica de LUBRAPEX.
Que em Lisboa, LUBRAPEX 1980, além de contar com a Presidência do então, ministro dos Transportes de Portugal, Engº. Viana Baptista, na inauguração, entre, outras entidades, como o Presidente dos Correios do Brasil, Coronel Adwaldo Cardoso Botto de Barros, assim como como o Presidente dos Correios de Portugal, Dr. Norberto Pilar.
Sua Excelência, o Presidente da República Portuguesa, General Ramalho Eanes veio, a honrar também o certame, com a sua visita.
Se tivermos em vista, a cultura ser a alma dum povo, sempre que, politicamente há alguém a cometer danos lesivos desse povo, por meio de corrupção ou outros, deve responder por isso, perante autoridade representativa da comunidade.
Como se vê, o povo do Brasil, sabe responder presente, a tratar do seu engrandecimento, é assim ele a apelar a que os poderes instituídos, ou a instituir, sigam os exemplos de gradeza, que os seus concidadãos apontam.

Como escreveu o jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho:
- “Nos séculos mais recentes os grandes pensadores da política, de filosofia e sociedade democrática parecem estar de acordo num ponto. Um Estado que não protege os seus, que não garante a segurança aos cidadãos, assina a sua própria sentença: deixa de fazer sentido, deixa de nos parecer essencial. Dito de outra forma: para que serve afinal?”

Cerca de duzentos anos após a chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, não se sabe ao certo, quantos milhares de portugueses embarcaram em Lisboa, a caminho do Brasil, no dia 27 de Novembro de 1807, acompanhando a Rainha Dona Maria I e o príncipe regente D. João numa vagem, verdadeiramente pioneira do continente europeu para o americano.
A decisão de transferir a corte para o Brasil, após conversações secretas, fora tomada a 22 de Outubro.
Pouco depois, a 27, em Fontainebleau (França), franceses e espanhóis, decidiram a partilha de Portugal.
Como é evidente isso constituiu motivo para a coroa portuguesa mais se unir, á sua grande colónia do Brasil, onde na sua capital, a cidade do Rio de Janeiro, foi estabelecer a sede da sua governação.
Bem vistos todos os incidentes, de ordem bélica que a revolução francesa de Napoleão Bonaparte, estava a provocar no mundo, Portugal defendia-se, passando a corte para lá do continente europeu, onde teve hegemonia, do sul da Península Ibérica.
Miguel Foz, medita no assunto, partindo dum ponto de vista sociológico.
Sendo assim, pode pensar-se que a independência do Brasil, teve neste facto a sua causa próxima.
A corte portuguesa esteve sediada no Rio de Janeiro 13 anos, de 1808 a 1821.
Sabe-se que, de repente, esta cidade teve de suportar mais cerca de 15.000 portugueses, da comitiva real, o que logo criou novos problemas de habitação, em primeiro lugar, depois de outros recursos, como os de alimentação.
Para prover tudo o que à governação dizia respeito foi necessário, criar toda uma nova estrutura governamental, o que de imediato teve execução.
Ao mesmo tempo colocando nessa estrutura, todo o potencial humano que acompanhava o séquito da corte.
Em resultado o Rio de Janeiro, progrediu muito.
É natural que neste séquito, já funcionasse muito a velha “cunha”, à portuguesa, o mesmo que dizer; a corrupção, a troca de favores,
A partir dos quais se tivesse desenvolvido corrupção, tal como actualmente é conhecida no Brasil.
Em Portugal, em certos meios, diz-se que a corrupção do Brasil faz parte também da herança colonial portuguesa.
Seja como for, o processo da descolonização, não conheceu a rotura, que se impunha, apenas uma sucessão governativa.

Daniel Costa



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor e o pianista do restaurante Sol e Brasa (João Pessoa - 2016)

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor, no lançamento do livro NUA da cançonetista Renata Arruda (2016 . João Pessoa)

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Continuando sempre o Brasil o grande País do futuro - questiona-se: porque, já passados dois séculos, esse futuro continua adiado?
Miguel Foz é levado a crer que focos de políticos corruptos se vão coordenando em organização contínua, com vista, ao estatismo da corrupção.
Fazem que andam, mas apenas lhes interessa produzir riqueza para poucos, ficando todo um povo a viver a ditadura do limiar da pobreza.
No entanto o monumental processo do denominado LAVA JACTO, de incontornável corrupção política, reúne todas as condições de ruptura do actual sistema.
Como pode um país progredir onde a maioria da governação, bem vistas as coisas, será corrupta?
Tudo leva a crer, que o LAVA JACTO, acordará o povo a tomar nas mãos, os destinos desse futuro que lhe está reservado:
- O de poder dispor de uma economia competitiva a nível mundial.
Só através de uma economia, sempre emergente, o Brasil pode deixar de fazer parte, do grupo, dos países terceiro-mundistas,
Claro que este PAÍS DO FUTURO, levará várias gerações a construir, o que, não só, exige uma sociedade capaz de criar génios vocacionados para a política, como estes sejam altruístas, para o país e para a sociedade.
Há a tomar a devida nota:
- “Para quem é bom nunca é tarde”.
Depois a história, julgará os seus construtores, para os séculos vindouros, além de que a sua luta será compensada pela própria sociedade, não contando com a própria felicidade do dever bem cumprido.

Amanhecer buscando sonhos

Sem angústia tão eminente
Somos cria sobrevivente
Somos frutos de um só Brasil

Pátria ninho que nos abriga

Erga seu filho ó mãe gentil
Na injustiça que nos derrota
Triste momento de ser Brasil

Futuro incerto sem garantia

Esperança trevo verde ilusão
A pátria é berço que nos abriga
Bendito fruto de uma nação.

Lelinha
(Valéria Lelinha Guimarães)
(poetisa do Rio de Janeiro)

Sendo a cultura a alma dum povo, políticos brasileiros, olhai bem o poema atrás que, a autora passou numa rede social, numa das redes sociais, que já a ninguém podem passar indiferentes.
Aos políticos, por maioria de razão, porque encontram nelas os tribunais da verdadeira da opinião pública, sob a jurisdição do povo.
E como é  hábitual dizer-se:
- O povo é soberano!...
De qualquer modo um dos primeiros passos, após tentar, serem desfeitos os vergonhosos “NÓS” da corrupção, é activar mais a cultura.
Abrindo a via para o BRASIL – PAÍS DO FUTURO…
Havendo uma cultura de qualidade no Brasil, contudo, carece de estar de, em quantidade, mais de acordo com a sua 5ª. demografia do planeta.
O censo brasileiro de 2010 deu 190.755.799.

Daniel Costa